Um eleitor foi preso em flagrante neste domingo (25), em Cacoal, depois de tentar fotografar e filmar o próprio voto na cabine durante o segundo turno das eleições, segundo o G1 Rondônia. O episódio ocorreu na escola Agustinho Góes de Oliveira, e o homem foi conduzido ao Fórum Eleitoral. Pelo artigo 312 do Código Eleitoral, violar ou tentar violar o sigilo do voto é crime punível com até dois anos de detenção.
Em audiência realizada na manhã do mesmo dia, o Ministério Público de Rondônia ofereceu uma transação penal, que foi aceita pelo eleitor e homologada pela Justiça. O acordo determina duas doações de sangue à Fhemeron: a primeira em até 30 dias e a segunda em até seis meses. Conforme o termo da audiência, ele não tinha antecedentes criminais, e o processo pode ser retomado se as condições não forem cumpridas.
O advogado que acompanhou o caso afirmou à Rede Amazônica que o acordo encerra a questão sem abertura de ação criminal e não representa, necessariamente, confissão. No último boletim, o TRE-RO informou sete ocorrências policiais no estado, além de seis problemas técnicos em urnas e treze demandas emergenciais ligadas a energia e água nos locais de votação.
Fonte: G1 Rondônia — leia a matéria completa no site original.

